Família questiona versão de acidente de funcionário que perdeu o braço em Salto de Pirapora

outubro 12, 2013 por  

Em matéria publicada hoje no jornal Cruzeiro do Sul, da cidade de Sorocaba, á família do servidor publico, que teve o braço amputado durante a jornada de trabalho, questiona a versão divulgada que ele teria ficado com o braço preso ao tentar pegar uma latinha.

segue abaixo o divulgado pelo jornal:

“A família afirma que a vítima havia acabado de retornar de um outro acidente de trabalho e que ainda não estava apto para exercer suas funções, embora o atestado médico emitido por conta do acidente anterior já tivesse vencido. A filha do servidor acidentado, Cristiane Oliveira, informou que seu pai sofreu uma “vertigem” no momento em que teve o braço prensado. “Há muito tempo ele (a vítima) vem pedindo para mudar de cargo, mas a prefeitura não atende a solicitação. Ele toma medicamentos para o tratamento da próstata, o que o prejudica no exercício desse tipo de função”, afirma Cristiane.”

A matéria continua ainda dizendo que :

“Outro fato questionado pela família é em relação às declarações da assessoria de imprensa da prefeitura de que no dia do acidente, a família recebeu toda assistência necessária. “Eu só fiquei sabendo do acidente quase duas horas depois. E mesmo assim, foi uma vizinha que me avisou. Fui eu que corri atrás de tudo”, informou a filha do servidor acidentado, se referindo aos trâmites burocráticos que envolvem o afastamento do servidor das suas funções. “Nem o celular dele (do pai) eles atenderam. Liguei várias vezes e não conseguia qualquer informação”, complementa.”

E por fim a meteria termina dizendo que :

“Cristiane Oliveira acrescenta, que o motorista do caminhão estava com os vidros fechados e por essa razão não escutou os gritos no momento em que a prensa do caminhão esmagou o braço do seu pai. “Segundo investiguei, ele (o motorista) demorou para perceber que meu pai estava preso”. Para concluir, Cristiane Oliveira faz uma denúncia: “Eles não fornecem equipamentos de segurança aos servidores. Só deram uma camiseta. Eles não têm luvas, capacete ou bota para trabalhar”.

Esperamos que tudo seja resolvido da melhor maneira possível, afinal para esse homem, trabalhador por sinal, já basta o trauma de perder o braço.

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